PARQUE GUINLE E LOUVEIRA

duas variações do bloco sobre pilotis

Autores

  • Nathalia Cantergiani Mestre pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Doutoranda PROPAR-UFRGS

Palavras-chave:

pilotis, Parque Guinle, Edifício Louveira

Resumo

O trabalho pretende investigar duas obras icônicas da arquitetura moderna brasileira, nas quais o uso do pilotis estabeleceu novos parâmetros de permeabilidade no nível térreo da edificação. O conceito de pilotis, preconizado por Le Corbusier, e a e sua aplicação nas cidades brasileiras deram origem a projetos que se integram aos contextos locais de formas distintas, sem que se perca a identidade deste elemento versátil e de alto potencial de adaptabilidade. A estrutura independente, a estratégia de liberação do térreo e a inversão do peso na composição trazido pelo uso do pilotis são alguns pontos que marcam uma transformação tipológica na arquitetura brasileira depois do movimento moderno. As duas obras, a serem analisadas de modo comparativo neste trabalho, compartilham estratégias projetuais comuns, as quais têm a sua origem fincada na cidade ideal moderna e nos cinco pontos da nova arquitetura de Le Corbusier. Contudo, suas características de implantação e organização espacial apresentam variações de um modelo tipológico que se constituem numa lição elementar para a cidade e arquitetura contemporânea.

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Publicado

2025-09-23

Como Citar

Cantergiani, N. (2025). PARQUE GUINLE E LOUVEIRA: duas variações do bloco sobre pilotis. Seminário Docomomo Brasil: Anais, 13, 1–12. Recuperado de https://publicacoes.docomomobrasil.com/anais/article/view/538